
As provas foram impressas no processo tradicional de albumina e prata, tal como foi praticado e usado no século XIX, foram produzidas pela LUPA com a valiosa colaboração da Paula Lourenço, a partir de claras de ovo, sais de prata e papel de boa qualidade. Os negativos usados para impressão são réplicas actuais dos negativos ou das provas originais de Carlos Relvas, produzidos em impressora digital com o formato e o contraste desejados para a impressão em albumina. Todas as provas foram impressas usando uma fonte de radiação ultra violeta, depois foram viradas a ouro e fixadas pelo processo tradicional. As lavagens foram muitas, o resultado final está ao alcance de todos os visitantes do Museu do Chiado em Lisboa, até Janeiro de 2019.